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domingo, 25 de outubro de 2009

Oi


Oi!!!
Não. Não desisti do blog. E também não sucumbi.
Volto em breve. Esperava voltar na semana passada, mas ainda não deu.
Pois é. Era só pra dar notícias de vida e dizer que estou com saudades de passear pelos meus blogs de cada dia. 
:(

Vou deixar umas tirinhas aqui até eu voltar.

Aproveitar as boas oportunidades às vezes é difícil... nem sei por quê...
E enxergar coisa boa também... :D

Apareço logo, logo...

*Tirinhas: Bichinhos de Jardim*

terça-feira, 28 de julho de 2009

Um pouco de letargia, talvez...

Infelizmente (ou não) ando fazendo pausas. Não só aqui, mas em tudo. E pausas não me incomodam, nunca me incomodaram. Não fico exasperada em silenciar um pouco, ou ainda em passar um tempo sem registrar nada aqui. Às vezes, acho até bom. Nem sempre, confesso.
Não sei. Mas percebo que tem sido algo abrangente. Meu ritmo está pequeno. Muito mesmo. Lento. Nem sempre calmo, mas asseguro que anda em passos curtos e pensativos. E para tanta morosidade, encontro impaciência. Um paradoxo. Descobri que eu sou cheia deles. Controvérsias, contradições e quantos mais outros termos similares existirem por aí. Que fique claro, não se trata de tédio. Desacelerei um pouco, apenas.
Eu só gostaria de um pouco de controle. É confortável saber o que vai suceder na cena seguinte. O elemento surpresa ficando de fora. Claro que existem as boas surpresas, mas pensando bem, ultimamente ando preferindo a ausência delas. Sendo surpresas, nunca se sabe. Podem não ser tão boas assim. Bom, não recomendo isso a ninguém, claro. Nem a mim mesma num estado permanente, mas todo mundo tem suas fases. E a minha atual não anda muito, digamos, carente de surpresas. Sejam alegres ou não. Ando fugindo do inesperado. Acho que ando meio indiferente a certas coisas...
Estou precisando enxergar bem as coisas. Compreendê-las sem o auxílio de nuvens ou mistérios. Eles - os mistérios - têm seu charme, não posso negar. Mas agora não me estimulam muito. Por hora, prefiro descansar deles. Gostaria de coisas que só remetessem à transparência, como, que a claridade sempre estivesse presente no meu dia, mesmo anoitecendo, ou me deparar apenas com palavras objetivas e sem significados ocultos, ou ainda, esquivar-me de atitudes enigmáticas demais. E levando ao extremo, muito me agradaria, a ideia de que conheço cada acontecimento do meu dia antecipadamente, de que sei com riqueza de detalhes o que vai se passar desde a hora em que acordo até a hora de cerrar os olhos em busca do próximo dia. 
Mas eu bem sei que é um pensamento ingênuo, esse. Ninguém sabe como será o próximo segundo (se é que "será"). Mesmo assim, descobri que ando propensa a coisas do tipo silêncios e pausas. Mais do que gostaria. A minha quietude, no entanto, anda meio desalinhada(?!). Não consigo  impedir que ela seja temperada com uma pitadinha que seja, da boa e velha ansiedade. Mas definitivamente, não é um período propenso a mudanças. Acho que ando cultuando um pouco de letargia, até...
E nem sei se é certo ou errado. É o que acontece no momento, apenas. Não pretendo transformar essa  desaceleração num estilo de vida, mas acho que estou  meio que "hibernando" emocionalmente. E as razões são muitas e as mesmas - se é que é possível - mas já avisei que sofro de agudas contradições... E às vezes tudo soa meio redundante também. Felizmente, não é sempre... é só de vez ou quando. Como agora, por exemplo...
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*Tirinha retirada do site Bichinhos de Jardim*

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Não basta ser você


Pois é. Antes - leia-se aqui antigamente - as pessoas se conformavam muito mais em ser como eram, digo, em ser como nasceram até morrerem. Hoje não mais. Ser apenas você mesmo pode ser pouco. Muito pouco, eu diria...
Os avanços da ciência e da tecnologia mudaram isso(?!). Aliás, mudaram muitas outras coisas também. E é impressionante como uma coisa vai levando à outra e sucessivamente vai-se chegando a caminhos e itinerários completamente inimagináveis tempos atrás. 
Entre as mudanças que todo esse "avanço" trouxe, vejo um retrocesso também. Acho que regrediram os relacionamentos, por exemplo. É. A superficialidade é o que mais importa. O que se vê é mais importante do que o que se sente. Sentimentos são subjetivos. Sentimentos não são entendidos de forma simplificada. Quase nunca. E isso demanda um tempo que hoje ninguém quer ter mais. Inclusive, dizem que não têm. 
A aparência é o que conta. Sempre. O invólucro é o "cartão de visitas". Se a casca vai bem - aparentemente - dá-se um jeito no resto. O que conta é ser "perfeito". É ser bonito, ou pelo menos, ficar bonito ao máximo... Muito embora, às vezes o tiro saia pela culatra e terminem aparecendo umas coisas meio... mutantes?? Esquisitos mesmo. É botox pra cá e repuxos pra lá, plásticas acolá... Sei lá. Banalizou-se a coisa. 
E talvez não por coincidência, os relacionamentos  também andam banais. As essências andam meio esquecidas. Uma pena. Mas são coisas da vida moderna. E se é um problema "moderno" deve haver um meio de sintonizá-lo perfeitamente com as tendências atuais da moda... 
Acho que ser superficial é fashion agora... E eu é que estou fora de moda (?!). Talvez não por muito tempo, já que o retrô também anda em "voga"...
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***Tirinha retirada de Bichinhos de Jardim***



terça-feira, 14 de abril de 2009

O preço do sucesso


Eu morro de inveja desse caramujo... ah se eu tivesse metade dessa autoestima... queria só ver quem me segurava! Mas confesso que me identifico mais com a Dona Joana aí... rs rs rs

*Eu não consigo resistir a essas tirinhas...*

segunda-feira, 23 de março de 2009

Coisas importantes


*Coisas da vida. Coisas da "modernidade". Conceitos estigmatizados da atualidade. Uma pena, mas talvez os seres "superiores" andem enfatizando somente as coisas "inferiores"(?!). Afinal, o que importa não é qualidade, só quantidade. Ah! E a pressa está na moda também.*
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*Tirinha do site Bichinhos de Jardim

domingo, 5 de outubro de 2008

Respostas

Calvin: Ei pai, do que são feitas as nuvens?
Pai: Hum.. eu sabia essa. Acho que era a maior parte de água.
Calvin: Mas como elas flutuam?
Pai: Bem, é água que evaporou. Talvez tenham outros gases também. Eu não me lembro.
Calvin: E por que elas são brancas e o resto do céu é azul?
Pai: Você me pegou. Acho que vamos ter que procurar a resposta.
Calvin: Acho que não existe um exame de qualificação para ser pai.
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Saber todas as respostas, acho que ninguém sabe, mas eu bem que gostaria de ter pelo menos as que me importam. Isso não seria mau.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Baixa autoestima (?!)


E talvez a culpa disso tudo seja das pequenas "tragédias" quotidianas...
A vida moderna tem dessas coisas...
Será mesmo, hein?!